Review: Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties mantém a consistência da série Há 1 hora
Consistência parece ser o lema da desenvolvedora japonesa Ryu Ga Gotoku, tanto em termos da frequência com que publica novos games quanto no que tange à qualidade da franquia Yakuza.
Só em 2025 foram quatro lançamentos: Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii, Yakuza 0 Director's Cut e os dois primeiros Kiwami adaptados aos consoles atuais.
Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties não quer perder o momentum da série e traz algumas novidades para manter os fãs entretidos até a chegada de Stranger Than Heaven e da sequência de Like a Dragon: Infinite Wealth .
Dado o ritmo de produção da empresa, chuto que ambos os jogos já devem estar em fases avançadas de produção.
Eu sou e sempre serei defensor de remasters, remakes e até de simples relançamentos com conteúdo novo, mas a obra original deve permanecer disponível ao público.
Em uma decisão no mínimo questionável, Yakuza 3 Remastered deixa de ser vendido à parte para dar lugar ao recém-lançado Kiwami 3 & Dark Ties, que, curiosamente, não se vende como a versão definitiva do terceiro episódio.
O gosto por Kiwami 3 vai depender do quão apegado você é à história original.
Sim, há retcons que mudam a trajetória de acontecimentos-chave, sobretudo no final, porém vou me abster de comentar sobre eles para preservar a experiência de quem pretende jogar.
Goste ou não das decisões tomadas pela Ryu Ga Gotoku, a narrativa ainda assim reserva surpresas.
Fãs também criticaram de maneira incisiva, por meio de uma petição na internet, a substituição do ator que dava vida a um dos antagonistas.
Mesmo sob acusação de má conduta sexual, Teruyuki Kagawa foi escalado para emprestar seu rosto a um dos vilões mais memoráveis da série, Goh Hamazaki, com o estúdio inclusive se mostrando irredutível na decisão.