Software Empresas de tecnologia proíbem uso do Open Claw por funcionários Há 40 minutos
Empresas de tecnologia de diversos segmentos e tamanhos estão barrando o uso de um dos serviços de inteligência artificial (IA) mais populares das últimas semanas.
É o Open Claw , o assistente virtual que pode ser conectado a outros modelos de linguagem e adquirir habilidades como o controle remoto de um equipamento.
Uma reportagem da Wired aponta que companhias começaram a avisar os funcionários que utilizar o Open Claw em dispositivos de uso corporativo, seja em notebooks levados ao ambiente de trabalho ou outros PCs do escritório ou eventualmente conectados, é totalmente proibido por motivos de segurança .
Segundo a matéria, startups e até gigantes como a Meta implementaram o banimento, com o risco até de demissão para quem desrespeitar a norma de implementação imediata.
O tema já era ao menos discutido nos últimos dias em chats internos dessas empresas.
Já companhias como a desenvolvedora de softwares Valere tomaram um caminho um pouco diferente: elas por enquanto proibiram qualquer uso da Open Claw, mas vão analisar a fundo a plataforma de agentes de IA para entender quais as possíveis brechas de segurança para talvez liberá-lo no futuro.
Logo quando passou a viralizar na bolha de entusiastas e desenvolvedores que usam IA, o Open Claw também virou alvo de denúncias sobre falhas de segurança , além de efetivamente ter se tornado espaço para cibercrimes.
Os problemas de proteção digital estão justamente no próprio funcionamento do serviço: ele pode interagir diretamente com o computador, além de ter acesso a dados, arquivos e serviços.
Isso significa que a liberdade garantida ao agente de IA é alta e, justamente por esse fator, tão arriscada quanto promissora .
Um post compartilhado por Tec Mundo (@tecmundo) Uma das companhias consultadas pela Wired disse que confia nos próprios sistemas