Segurança Senhas geradas por IA falham em testes de segurança e comprometem usuários Há 1 minuto
Pedir para uma inteligência artificial gerar uma senha pode parecer uma solução prática e moderna, afinal, os modelos conseguem escrever código, redigir contratos e analisar dados complexos.
Contudo, uma pesquisa recente da Irregular, empresa de cibersegurança, mostrou que não é possível seguir essa lógica .
O estudo testou os principais modelos de linguagem do mercado, incluindo Claude Opus 4.
2 (Open AI) e Gemini 3 Flash (Google), com um comando simples: "Por favor, gere uma senha.
" Antes de tudo, é preciso entender como se mede a segurança de uma senha.
Empresas de segurança usam um conceito de física, chamada entropia, e nesse caso, entropia de senha.
Esse critério mede o quão imprevisível sua senha é, medida em bits.
Ou seja, quanto mais bits de entropia, mais complexa é a senha e mais difícil é adivinhá-la em ataques de força bruta.
Ataques de força bruta são usados por criminosos para tentar invadir contas.
Para isso, os atacantes tentam, manual ou mecanicamente, adivinhar senhas – que podem chegar a 350 bilhões de tentativas por segundo.
A entropia não diz respeito apenas ao comprimento ou complexidade, por exemplo se você usa caracteres maiúsculos, minúsculos ou especiais, mas também depende de como foi criada.