Tapa-sexo de Virginia: veja as musas de SP que passaram pelo drama na avenida
O desfile de carnaval é um evento que exige muita preparação e atenção aos detalhes, especialmente quando se trata das musas que desfilam pelas avenidas. Recentemente, a musa Kerolay Chaves relatou ter ido à emergência para remover um acessório colado com supercola após um incidente durante um desfile. No entanto, ela não é a única a ter passado por essa situação.
Outras musas, como Francine Carvalho, da Gaviões da Fiel, e Vírginia Fonseca, da Grande Rio, também tiveram problemas com o tapa-sexo durante os desfiles. No caso de Francine, o assessor da escola precisou parar os preparativos do ensaio técnico para fixar o tapa-sexo com supercola devido ao figurino cavado e pesado, cravejado de cristais. "Tudo precisa estar seguro para que a gente possa entrar na avenida focada apenas no samba e na entrega", disse ela.
A musa da Colorado do Brás, Mari Marquini, também viveu um imprevisto semelhante no último ensaio técnico da escola no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. Mari usava um body ultracavado, bordado com cristais e pedrarias, que incluía um tapa-sexo adesivado reforçado com cola extra. No entanto, o acessório não resistiu ao calor dos ensaios e soltou-se durante o desfile. "Quando vi que tinha soltado, segurei no improviso e segui sambando", relatou Mari.
Esses incidentes mostram que, apesar da preparação e do cuidado, os imprevistos podem acontecer durante os desfiles de carnaval. No entanto, as musas demonstram habilidade e profissionalismo ao lidar com essas situações e continuar a desfilar com elegância e confiança.