Games Nioh 3 é brutal, mas extremamente recompensador5 min de leitura Igor Pontes
Contudo, o jogo me deixou com vontade de explorar os outros títulos da franquia.
Quando me foi oferecido fazer o review de Nioh 3, eu topei sem nem pensar duas vezes.
Já tinha gostado do que havia visto do jogo nos trailers e materiais promocionais, e depois do "bicho do Soulslike" ter me mordido outra vez com a DLC de Elden Ring, pensei em dar uma chance para mais um jogo desse estilo.
E devo dizer que após passar muita raiva com o título, é gostoso demais sentir essa relação de amor e ódio.
Algo que me chamou atenção logo no começo, foi o primeiro chefe do jogo, ainda na área de tutorial.
Ali, eu tive a minha primeira "lição" sobre como Nioh era bem mais próximo de Sekiro: Shadows Die Twice do que eu estava imaginando.
Devo dizer que esse também não é o primeiro jogo do gênero da Team Ninja que tive contato, já que o maravilhoso A Ascenção do Ronin, apesar de bem mais acessível - até por ter escolhas de dificuldade -, tem algumas similaridades aqui.
Afinal, se eu ganhasse um real para cada vez que eu jogasse um RPG de Ação da Team Ninja que conta a história de dois irmãos em lados diferentes de um conflito que se passa no Japão da era dos Samurais, eu teria dois reais.
Nioh 3 também introduz um novo estilo de jogabilidade, com o jogador podendo alternar entre Samurai e Ninja, usando habilidades distintas cada vez que usa uma das formas.
Enquanto o Samurai é o estilo clássico de jogabilidade com espada, machados e outros armamentos nesse estilo, a forma de Ninja traz um combate mais rápido, focado em desviar usando as sombras e também dar golpes mais rápidos e usar habilidades durante o confronto.
Entre os dois estilos, eu me sentia muito mais seguro utilizando o Samurai, principalment