As novas (e avançadas) armas que podem determinar o rumo da guerra entre Rússia e Ucrânia, que completa 4 anos
A Rússia empregou o míssil balístico Oreshnik, com alcance de 5, 5 mil km e velocidade de 2, 5 a 3 km/s, dificultando sua interceptação.
A Ucrânia recebeu caças F-16, que modernizam sua força aérea e são usados para defesa aérea e ataques terrestres precisos.
Ambos os lados investem massivamente em drones, com a Ucrânia produzindo milhões anualmente e a Rússia criando um novo comando para seu programa.
A inteligência artificial surge como um novo front tecnológico, com ambos os países desenvolvendo armas autônomas para aumentar a eficiência em combate.
Drones e outras armas avançadas vêm sendo cada vez mais usadas ao longo da guerra — Foto: Getty Images via BBC Os combates continuam sem previsão de término, enquanto a invasão da Ucrânia pela Rússia se aproxima de completar quatro anos, no dia 24 de fevereiro.
Na quinta-feira passada (5/2), uma nova rodada de negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia, mediada pelos Estados Unidos em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, terminou sem fazer avanços.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Enquanto a diplomacia aparentemente faz poucos progressos, teriam surgido novas armas que poderiam mover a balança em favor de um dos dois lados?
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Novos mísseis: Flamingo vs.
Oreshnik Os dois exércitos, russo e ucraniano, fazem uso de mísseis balísticos e de cruzeiro.
Os mísseis balísticos viajam em um arco razoavelmente previsível, mas podem ser detectados pelo radar durante o trajeto.
Já os mísseis de cruzeiro viajam em baixa altitude, mais perto do solo, e é mais difícil rastreá-los.