Anac envia ofício para Portela e Liesa após homem ‘voar’ em drone gigante na comissão de frente da Portela
Em nota, a Anac afirmou que "é proibido transportar pessoas, animais e artigos perigosos usando drones.
O equipamento não foi desenvolvido para essa finalidade e pode causar acidentes, inclusive, fatais.
" Além disso, a agência pediu que a escola informe o modelo do equipamento utilizado, número de série, comprovação de registro do equipamento junto à Anac, dados do piloto remoto da aeronave.
Procuradas, a Portela e a Liesa não responderam até a publicação desta reportagem.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Após o desfile, o carnavalesco da escola, André Rodrigues, pediu demissão do cargo.
Durante a apresentação do coletivo, o tripé de apoio se abriu, e um integrante, montado num superdrone iluminado e com uma máscara , decolou e sobrevoou os demais bailarinos.
Na narrativa, era a redenção do Negrinho do Pastoreio, que após uma vida de provações se torna o príncipe herdeiro da coroa de Bará.
“A gente quis trazer o drone para poder fazer o negrinho voar, porque ele se liberta”, contou a coreógrafa Cláudia Mota.
Quem estava nas frisas e nos degraus mais próximos à pista também sentiu a potência das hélices do equipamento.
Drone da comissão de frente da Portela — Foto: Lucas Soares/TV Globo Dividida em 4 atos, a comissão de frente apresentou o enredo a partir do diálogo entre o orixá Bará e o Negrinho do Pastoreio, personagens que conduzem a narrativa da escola.
Na encenação, Bará, senhor dos caminhos no Batuque gaúcho, pede ao Negrinho que encontre uma história perdida na névoa.