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Moraes decreta quebra de sigilo bancário de suspeitos para apurar venda de dados de ministros do STF

Por Kevin Ribeiro • 17/02/2026 às 14:48
Moraes decreta quebra de sigilo bancário de suspeitos para apurar venda de dados de ministros do STF

17/02/2026 10 h57 Atualizado 17/02/2026 PF faz buscas para apurar vazamento de dados da Receita O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou a quebra de sigilo bancário dos investigados na operação que apura o vazamento de dados de ministros da Corte e de seus parentes.

O ministro também determinou a quebra de sigilo telemático - que inclui dados de e-mails, mensagens e acesso à internet - para saber com quem os investigados conversavam.

A Polícia Federal cumpre, nesta terça-feira (17), quatro mandados de busca e apreensão contra servidores públicos em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

Os mandados foram cumpridos a partir de representação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorização do ministro Alexandre de Moraes.

➡️Segundo apurou o blog, a investigação do STF identificou quatro servidores públicos suspeitos de repassar ilegalmente a terceiros dados protegidos por sigilo fiscal, sendo três da Receita Federal e um do Serpro.

Os investigadores buscam saber, por exemplo, se funcionários da Receita quebraram ilegalmente sigilo de ministros do Supremo e de parentes deles sem aval.

Ainda segundo a PF, além das buscas, foram determinadas medidas cautelares.

Entre elas, estão: monitoramento por tornozeleira eletrônica afastamento do exercício de função pública cancelamento de passaportes proibição de saída do país A Receita Federal informou que antes da operação realizada nesta terça, abriu auditoria prévia para apurar as suspeitas.

O procedimento, segundo a instituição, ainda está em andamento.

"Em 12 de janeiro desde ano, o STF solicitou à Receita Federal auditoria em seus sistemas para identificar desvios no acesso a dados de ministros da Corte, parentes e outros nos últimos 3 anos.

O trabalho foi incluído em procedimento que já havia sido aberto no dia anterior pela Corregedoria da Receita Federal com base em notícias veiculadas pela