Oposição critica desfile em homenagem a Lula na Sapucaí
O Partido Novo anunciou que acionará a Justiça Eleitoral para pedir a inelegibilidade do presidente, alegando 'propaganda eleitoral antecipada'.
Senadores como Flávio Bolsonaro e Sergio Moro criticaram o desfile, classificando-o como 'abuso de poder' e prometendo ações legais.
O Tribunal Superior Eleitoral negou o pedido inicial para barrar o evento, mas emitiu alertas sobre 'risco de ilícito'.
A primeira-dama Janja da Silva optou por não desfilar para evitar 'possíveis perseguições à escola de samba e ao presidente Lula'.
Parlamentares de oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticaram o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói que homenageou o petista neste domingo (15).
Com o enredo “Do Alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a agremiação contou a trajetória do presidente.
A oposição tentou barrar o desfile na Justiça, alegando propaganda eleitoral antecipada, mas o pedido foi negado pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Nesta segunda, após o desfile, o Partido Novo anunciou que acionará a Justiça Eleitoral para pedir a inelegibilidade do presidente .
Segundo o presidente da sigla, Eduardo Ribeiro, “houve propaganda eleitoral antecipada financiada com dinheiro público”.
Lula vai até à avenida do Sambódromo e cumprimenta mestre-sala e porta-bandeira da Acadêmicos de Niterói O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário de Lula na disputa presidencial, criticou o petista e também disse que vai entrar com uma ação “contra os crimes do PT na Sapucaí”.
Em nota, o deputado federal Zucco (PL‑RS) afirmou que o carnaval “não é palanque” e defendeu apuração sobre possível abuso político, uso de recursos públicos e desrespeito à liberdade religiosa, citando alegorias que, segundo el