Análise: Palmeiras não aproveita seu jogo com maior volume, mas chega no mata-mata em evolução
O tropeço poderia ter sido até uma goleada, diante do volume apresentado.
+ Siga o ge Palmeiras no Whats App Foram 28 finalizações do Verdão ao longo do confronto, um recorde nestes oito primeiros jogos do Estadual.
Até então, a estreia, contra a Portuguesa, havia sido o jogo com mais chances: 18.
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Sosa tenta a finalização durante Palmeiras x Guarani — Foto: Marco Miatelo/AGIF Depois de três partidas seguidas com o time ideal, o Palmeiras mudou seis jogadores para enfrentar o Guarani: saíram Khellven, Murilo, Piquerez, Marlon Freitas, Andreas Pereira e Allan para as entradas de Giay, Bruno Fuchs, Jefté, Emiliano Martínez, Lucas Evangelista e Sosa.
Carlos Miguel, Gustavo Gómez, Mauricio, Flaco López e Vitor Roque, que atuaram nessa sequência com o time ideal, completaram a escalação mista nesse domingo.
Bocca releva empate com o Guarani: "Palmeiras vem evoluindo demais" | A Voz da Torcida Logo no começo do jogo, o Verdão teve que lidar com um problema recorrente neste ano: a marcação no seu campo.
Carlos Miguel defendeu dois chutes seguidos de fora da área, sendo que no último acabou rebatendo e amorteceu para Lucca abrir o placar, aos oito minutos.
Era a primeira chegada de perigo do Guarani, pois o Palmeiras desde o início do jogo teve perto de 70% de posse de bola (terminou com 67%) e ficava majoritariamente no campo de ataque.
Já classificado para as quartas de final, o Verdão teve que encontrar formas de furar o ferrolho de Bugre, que em alguns momentos chegou a se de