Floresta azul: Gaviões se mantém fiel e evita verde em enredo sobre povos originários por rivalidade com o Palmeiras
500 litros de água, representando uma floresta em tons de azul e prata.
A escola optou por cores como azul e prata, e até um jacaré-açu, para manter sua identidade visual e tradição histórica no desfile.
O enredo "Vozes Ancestrais para um Novo Amanhã" celebra povos indígenas, e o diretor de carnaval descreve a floresta como "um sonho" azul.
Gaviões evita verde em enredo sobre povos originários e traz floresta azul Pode até ser enredo sobre floresta, povos originários e preservação ambiental.
No carnaval deste ano, a escola levou para o Sambódromo uma floresta azul e prateada — tudo para manter uma tradição histórica ligada à rivalidade com o Palmeiras.
Com o enredo “Vozes Ancestrais para um Novo Amanhã”, a Gaviões celebra a luta e o legado dos povos indígenas na segunda noite de desfiles no Sambódromo do Anhembi.
A proposta é exaltar os povos originários e reforçar a importância da proteção ambiental.
Só que, na visão do carnavalesco, essa floresta não é verde: é azul.
O abre-alas, batizado de “O Templo dos Sonhos”, dá a largada no desfile mostrando as visões de um xamã.
O carro representa uma floresta em que homens e animais convivem em harmonia — um cenário idealizado, quase místico, que traduz o desejo de equilíbrio entre humanidade e natureza.
O abre-alas tem 73 metros de comprimento e é o maior carro alegórico deste carnaval.