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Floresta azul: Gaviões se mantém fiel e evita verde em enredo sobre povos originários por rivalidade com o Palmeiras

Por Kevin Ribeiro • 15/02/2026 às 07:40
Floresta azul: Gaviões se mantém fiel e evita verde em enredo sobre povos originários por rivalidade com o Palmeiras

500 litros de água, representando uma floresta em tons de azul e prata.

A escola optou por cores como azul e prata, e até um jacaré-açu, para manter sua identidade visual e tradição histórica no desfile.

O enredo "Vozes Ancestrais para um Novo Amanhã" celebra povos indígenas, e o diretor de carnaval descreve a floresta como "um sonho" azul.

Gaviões evita verde em enredo sobre povos originários e traz floresta azul Pode até ser enredo sobre floresta, povos originários e preservação ambiental.

No carnaval deste ano, a escola levou para o Sambódromo uma floresta azul e prateada — tudo para manter uma tradição histórica ligada à rivalidade com o Palmeiras.

Com o enredo “Vozes Ancestrais para um Novo Amanhã”, a Gaviões celebra a luta e o legado dos povos indígenas na segunda noite de desfiles no Sambódromo do Anhembi.

A proposta é exaltar os povos originários e reforçar a importância da proteção ambiental.

Só que, na visão do carnavalesco, essa floresta não é verde: é azul.

O abre-alas, batizado de “O Templo dos Sonhos”, dá a largada no desfile mostrando as visões de um xamã.

O carro representa uma floresta em que homens e animais convivem em harmonia — um cenário idealizado, quase místico, que traduz o desejo de equilíbrio entre humanidade e natureza.

O abre-alas tem 73 metros de comprimento e é o maior carro alegórico deste carnaval.