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EUA flexibilizam sanções e permitem que petrolíferas globais retomem operações na Venezuela

Por Kevin Ribeiro • 14/02/2026 às 08:13
EUA flexibilizam sanções e permitem que petrolíferas globais retomem operações na Venezuela

Uma segunda licença autoriza empresas globais a firmar novos contratos de investimento no setor energético venezuelano.

A medida é a maior flexibilização de sanções desde a captura e destituição do presidente Nicolás Maduro, ocorrida no mês passado.

O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, projeta vendas de petróleo venezuelano de US$ 1 bilhão, com potencial de US$ 5 bilhões.

Os lucros das vendas serão controlados pelos EUA até que a Venezuela estabeleça um "governo representativo".

Bombas de extração abandonadas e danificadas ao longo do tempo em um campo da estatal de petróleo PDVSA no Lago de Maracaibo, em Cabimas, na Venezuela.

— Foto: Reuters Os Estados Unidos flexibilizaram as sanções ao setor energético da Venezuela nesta sexta-feira (13), ao emitir duas licenças gerais que permitem a empresas globais do setor retomar operações de petróleo e gás no país, membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Além disso, as novas regras permitem que outras companhias negociem contratos de investimento em projetos energéticos.

📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, ligado ao Departamento do Tesouro, emitiu uma licença geral que autoriza Chevron, BP, Eni, Shell e Repsol a retomar operações de petróleo e gás na Venezuela.

A segunda licença autoriza empresas de todo o mundo a firmar contratos para novos investimentos no setor de petróleo e gás da Venezuela.

O texto proíbe transações com companhias da Rússia, do Irã ou da China , bem como com entidades pertencentes ou controladas por joint ventures ligadas a pessoas desses países.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 A medida representa a maior flexibilização das sanções contra a Venezuela desde que forças norte-americanas capturaram e destituíram o presidente Nicolás Madu