Como os EUA estão vendendo petróleo venezuelano e enviando dinheiro ao governo de Delcy Rodríguez
Empresas como Vitol e Trafigura foram contratadas para comercializar o petróleo bruto venezuelano, vendendo-o a refinarias na Costa do Golfo dos EUA.
As receitas das vendas são depositadas em um fundo fiduciário no Catar, sob gestão dos EUA, para evitar que credores venezuelanos as reivindiquem.
O Banco Central da Venezuela distribui os fundos por meio de leilões de dólares, priorizando setores como alimentos e medicamentos, além de pessoas físicas.
Apesar de trazer maior estabilidade cambial e reduzir a inflação, o processo gera preocupações sobre a falta de transparência na alocação dos recursos.
O Secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, tornou-se o funcionário americano de mais alto escalão a visitar a Venezuela em mais de duas décadas — Foto: Getty Images via BBC Surpresa, confusão, preocupação, alívio, otimismo e muita incerteza.
Essas foram algumas das muitas emoções e sentimentos vivenciados pelos venezuelanos em 3 de janeiro, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que seu país assumiria o controle da indústria petrolífera venezuelana.
"O negócio do petróleo na Venezuela tem sido um fracasso", disse o presidente americano.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça "Vamos trazer nossas grandes companhias petrolíferas americanas, as maiores do mundo, para investir bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera gravemente danificada e começar a gerar lucro para o país", declarou Trump poucas horas depois da captura do então presidente venezuelano Nicolás Maduro em uma operação das forças militares americanas.
Suas palavras provocaram sentimentos contraditórios entre os venezuelanos, que estão cientes do declínio sofrido pela indústria petrolífera do país no último quarto de século devido a problemas como desin