Federação diz confiar nos árbitros após polêmica na patinação; entenda
A final da patinação no gelo nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, em Milão-Cortina, terminou em grande debate entre fãs, especialistas e até mesmo os próprios atletas.
A dupla francesa, formada por Laurence Fournier Beaudry e Guillaume Cizeron, conquistou a medalha de ouro, deixando os americanos Madison Chock e Evan Bates com a prata por uma diferença de apenas 1, 43 ponto.
O pódio ficou assim: França (Fournier Beaudry/Cizeron) em primeiro lugar com 225, 82 pontos, Estados Unidos (Chock/Bates) em segundo com 224, 39 pontos e Canadá (Gilles/Poirier) em terceiro com 217, 74 pontos.
A principal fonte de controvérsia foi a atuação de uma das juízas do painel, a francesa Jézabel Dabouis, que atribuiu uma pontuação muito alta aos franceses e uma pontuação muito baixa aos americanos, em comparação com as demais juízas.
As análises dos resultados mostram que a juíza deu 137, 45 pontos para o time francês na dança livre, mas apenas 129, 74 pontos para Chock e Bates, uma diferença de quase oito pontos em um único segmento.
Outras pontuações das juízas estavam muito mais próximas entre si.
Madison Chock expressou sua insatisfação com a situação, afirmando: Sempre que o público fica confuso com os resultados, isso acaba prejudicando o nosso esporte .
No entanto, a Federação diz confiar nos árbitros e não vê motivos para questionar a decisão.
A controvérsia, porém, continua a gerar debates entre os fãs e especialistas do esporte.
A dupla americana conquistou a prata para os Estados Unidos na Dança no gelo, mas a polêmica em torno da pontuação pode manchar a vitória da dupla francesa.