Review: Crisol Theater of Idols agrada com jogabilidade inovadora, mas passa longe do terror prometido Há 1 dia
update Atualizado em 10/02/2026, às 14: 03 Crisol: Theater of Idols é um game que vem chamando atenção desde o seu anúncio.
O principal motivo é ser o primeiro projeto de games da Blumhouse Productions , famosa produtora de filmes de terror como Atividade Paranormal, Sobrenatural, Corra!
Nele, você controla uma espécie de seguidor de um deus do Sol, que precisa explorar os mistérios de uma ilha devastada por uma maldição.
Para isso, será necessário usar armas de fogo, cujas munições utilizam sua própria energia vital.
No game você assume o controle de Gabriel, uma espécie de guerreiro e adorador do deus Sol.
Sua missão é ir até a região de Hispania, que foi amaldiçoada pela “entidade rival”: o Culto do Mar.
Uma vez lá, é preciso descobrir o que se passa na ilha, e ao mesmo tempo vingar seu ídolo , mesmo que, pelo menos na parte inicial do game, você não faça ideia dos motivos para isso.
Como forma de auxiliar em sua missão, seu deus lhe concede uma série de poderes e habilidades a um custo: dar literalmente seu sangue para isso.
Ao longo do texto darei mais detalhes, já que esse elemento é de longe um dos pontos altos do game.
Embora tenha uma cara de clichê, posso dizer que fiquei muito surpreendido com o enredo.
Ok, não é um roteiro digno de uma indicação ao Oscar, mas divertido o suficiente para servir como desculpa para o desenrolar do jogo, e ao mesmo tempo ter espaço para algumas revelações chocantes, mesmo que na reta final dê para se ter uma ideia de como será a sua conclusão.