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' Esperei 10 anos e precisei de um transplante para me tornar mãe' Dandara Aguiar sofreu de doença autoimune e precisou de transplante de fígado antes de realizar o sonho de ter um filho.7. mai.2022 às 13h34

Por Kevin Ribeiro • 11/02/2026 às 18:58
' Esperei 10 anos e precisei de um transplante para me tornar mãe' Dandara Aguiar sofreu de doença autoimune e precisou de transplante de fígado antes de realizar o sonho de ter um filho.7. mai.2022 às 13h34

' Esperei 10 anos e precisei de um transplante para me tornar mãe' Dandara Aguiar sofreu de doença autoimune e precisou de transplante de fígado antes de realizar o sonho de ter um filho.7. mai.2022 às 13h34

Acesse seus artigos salvos em Minha Folha , sua área personalizada Acesse os artigos do assunto seguido na Minha Folha , sua área personalizada Recurso exclusivo para assinantes Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha Gostaria de receber as principais notícias do Brasil e do mundo? Recurso exclusivo para assinantes Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha Assinantes podem liberar 5 acessos por dia para conteúdos da Folha A comerciária Dandara Aguiar, 30, amamenta o pequeno Heitor Eduardo, de 10 dias, segurando seu corpo com cuidado. Ela descansa em casa enquanto a incisão da cesariana sara ao lado da cicatriz do transplante de fígado, a marca que representa a jornada de uma década até conseguir realizar o sonho de ser mãe . Desde a adolescência, Dandara ansiava por ter sua própria família. Aos 17 anos, no entanto, ela descobriu que seu próprio sistema imunológico atacava seu corpo, criando doenças autoimunes. Na época, as plaquetas, células responsáveis pela coagulação sanguínea, começaram a cair drasticamente enquanto o baço, órgão que ajuda a filtrar o sangue, aumentava de tamanho. Depois de muitas idas ao médico, exames e internações, os médicos não chegaram a um diagnóstico - depois de alguns anos ela descobriria que se tratava da doença autoimune 'púrpura' - e determinaram retirada do baço e da vesícula, que armazena a bile, líquido produzido pelo fígado que atua na digestão de gorduras no intestino. A comerciária viveu sem outros sintomas até os 20, época em que ela já namorava havia alguns anos e a vontade de vivenciar uma gestação crescia. Foi quando seus olhos e pele começaram a ganhar um tom amarelado. É um sinal clássico de que algo não vai bem com o fígado, já que uma das funções do órgão é ajudar que o