Retorno Triunfal Confira nossa crítica de Mario Tennis Fever
A série é, talvez, uma das mais tradicionais da franquia quando falamos de jogos de esporte.
Sua trajetória começou ainda em 1995, com Mario’s Tennis , passou pelo clássico do Nintendo 64 e chegou às gerações mais recentes com Mario Tennis Aces , lançado para o Nintendo Switch em 2018.
No entanto, ao longo dos anos, a franquia acabou perdendo parte de seu brilho, afastando-se ligeiramente da era de ouro que a consagrou.
Nesse contexto, Mario Tennis Fever surge como uma nova aposta — e pode muito bem ser o trunfo necessário para devolver à série o destaque que ela merece.
Fever representa, sem exageros, um salto significativo em relação ao seu antecessor, Aces .
Enquanto o título de 2018 apostava em partidas fortemente pautadas por um conjunto de mecânicas inspiradas em jogos de luta — incluindo o controverso sistema de desgaste e quebra de raquetes —, que tornavam as partidas desafiadores porém repetitivas, Fever segue por um caminho mais dinâmico e acessível, sem abrir mão do desafio.
Aqui, o duelo esportivo não se resume apenas à habilidade do jogador em rebater a bola no tempo correto, mas também à tomada de decisões estratégicas, especialmente na escolha da raquete ideal para cada estilo de jogo.
Em Fever , somos apresentados às chamadas Raquetes Eufóricas: equipamentos especiais que possuem poderes inspirados em personagens e elementos clássicos do universo Mario Bros .
Quando utilizadas corretamente, essas raquetes são capazes de instaurar um verdadeiro — e delicioso — caos em quadra.
Ao todo, são 30 raquetes disponíveis, cada uma com habilidades únicas, que não apenas ampliam as possibilidades estratégicas das partidas, mas também renovam a experiência do Modo Torneio, um dos pilares mais clássicos e divertidos da franquia, agora ainda mais prazeroso de jogar graças a essas novas me